Abel explica saída de Weverton e foge de pergunta

Após a vitória por 1 a 0 sobre o Santos, nesta quarta-feira (14), o técnico do Palmeiras Abel Ferreira concedeu entrevista coletiva e foi questionado logo no início sobre os rumores envolvendo os possíveis reforços Almada e Arias. O português optou por não se aprofundar no assunto, adotando um tom mais cauteloso.
“Vai ficar sem resposta. Vocês têm todo direito de perguntar o que querem. Às vezes quero responder todas as perguntas com o coração, tenho que começar a responder mais com a cabeça.”
Perfil das contratações e concorrência acirrada
Abel comentou que o clube busca jogadores brasileiros e já adaptados ao futebol local, mas reconheceu que o cenário financeiro atual dificulta as negociações. Ele citou como exemplo o Flamengo, que mesmo com insistência, não conseguiu tirar peças de clubes como o Cruzeiro, que resistiram em vender.
“A concorrência mais do que nunca está forte, porque as equipes têm poder econômico para comprar, e outras delas, para poder dizer não.”
Abel sobre a saída de Weverton
Um dos pontos mais emocionais da coletiva foi a menção a Weverton. Abel reforçou a admiração pelo goleiro, destacando sua importância histórica, mas deixou claro que não teve participação na decisão da saída.
“Era o nosso líder, era um dos três jogadores que eu contava. Tenho uma relação de admiração e gratidão. Um líder, uma referência e, um dos melhores goleiros da história do Palmeiras. Tenho que ter muito cuidado ao falar. Não sou presidente, nem diretor. O clube decidiu da forma que achou que era melhor para o presente e futuro.”
Próximo compromisso
Agora, o Palmeiras se volta para o próximo desafio no Paulistão: enfrentará o Mirassol no sábado, 17, às 20h30, novamente na Arena Barueri.
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