Enquanto Neymar completava 34 anos nesta quinta-feira, 5, uma ausência chamou a atenção nas redes sociais: a da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A entidade não publicou qualquer mensagem em homenagem ao atacante, que é o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira. A omissão gerou uma série de cobranças e comentários críticos de torcedores e pessoas próximas ao craque.
A CBF mantém o silêncio sobre o caso, mas segue um critério interno conhecido: costuma parabenizar publicamente apenas jogadores que foram campeões mundiais com a camisa amarela. O último a receber tal homenagem foi Müller, ex-São Paulo e integrante do elenco tetracampeão em 1994, seguido de Romário, também protagonista daquela conquista.
Repercussão nas redes
A falta de reconhecimento público não passou despercebida. Seguidores e simpatizantes do jogador manifestaram insatisfação nos comentários das postagens oficiais da CBF:
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“Inacreditável, nem uma postagem pro MAIOR ARTILHEIRO DESSA SELEÇÃO?”
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“Homenagear o artilheiro da seleção não vai né?”
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“Cadê o parabéns pro Neymar?”
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“Homenagem ao maior artilheiro da nossa seleção???”
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“-1 seguidor”
Trajetória de Neymar pela Seleção
Apesar da ausência de uma Copa do Mundo no currículo, Neymar acumula conquistas significativas com a Amarelinha. Foi campeão da Copa das Confederações em 2013 e, principalmente, conquistou a medalha de ouro olímpica nos Jogos do Rio 2016 — o título que faltava ao futebol brasileiro. Além disso, venceu o Sul-Americano Sub-20 em 2011. Em números, soma 128 jogos e 79 gols, sendo o maior goleador da história da Seleção Brasileira.
O episódio reacende o debate sobre critérios de reconhecimento e valorização dos ídolos nacionais, contrastando a magnitude estatística de Neymar com o protocolo aparentemente adotado pela entidade máxima do futebol brasileiro.