São Paulo negocia naming rights do Morumbi; entenda os valroes
São Paulo negocia naming rights do Morumbi; entenda os valroes

O São Paulo reabriu as negociações com a BYD para vender os naming rights do Morumbi. O contrato atual, com a Mondelēz, que batizou o estádio de MorumBIS, se encerra no fim desta temporada e o clube quer um salto financeiro significativo: a pedida gira em torno de R$ 60 milhões por ano, valor que se aproxima do patamar recém-alcançado pelo Palmeiras com a Nubank.
A informação foi antecipada pelo UOL e confirmada. A direção são-paulina até considera a atual parceria um sucesso e via a renovação com a Mondelēz com bons olhos, mas dois fatores empurraram o clube para uma postura mais agressiva no mercado: o centenário tricolor em 2030 e o novo acordo do rival alviverde, que elevou o piso do que se espera por um estádio de alto padrão em São Paulo.
São Paulo entende que pode ganhar mais dinheiro com seu estádio
O Morumbi é hoje o principal concorrente do Allianz Parque no circuito de grandes shows internacionais, alavancado pelo contrato de exclusividade com a Live Nation. Internamente, o entendimento é de que o ativo vale mais do que o contrato atual e que a chegada de um novo parceiro com apetite comercial, como a montadora chinesa, que acelera sua entrada no mercado brasileiro de veículos elétricos, abre espaço para cifras mais expressivas.
As conversas com a BYD começaram ainda na temporada passada, mas o conturbado fim de ano político, com a saída de Julio Casares e a troca no departamento de marketing (Eduardo Toni deixou o cargo), adiou qualquer definição. Agora, mesmo com as mudanças internas, o São Paulo retomou o diálogo e mantém a expectativa de fechar um contrato de longo prazo.
Se confirmado, o novo nome seguiria o mesmo modelo de trocadilho que marcou a era Mondelēz. O Morumbi passaria a se chamar MorumBYD.
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