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Operação Ouro Reverso II cumpre 28 mandados em SP e Guarulhos

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Operação Ouro Reverso II cumpre 28 mandados em SP e Guarulhos

Operação Ouro Reverso II cumpre 28 mandados em SP e Guarulhos
A Polícia Civil [1] deflagrou nesta segunda-feira (24) a segunda fase da Operação Ouro Reverso. O objetivo da ofensiva é desarticular um esquema criminoso estruturado para o roubo e a receptação de metais preciosos, com foco na subtração de alianças.

A Justiça determinou o bloqueio de R$ 34,6 milhões nas contas bancárias dos investigados. As equipes policiais cumprem quatro mandados de prisão e 28 mandados de busca e apreensão em diversos endereços estratégicos da capital paulista e do município de Guarulhos.

Como funciona a rede alvo da Operação Ouro Reverso

Os investigados pela força-tarefa atuam no chamado “círculo de fogo” da região central de São Paulo. Esse perímetro urbano abriga as empresas suspeitas de adquirir as joias subtraídas das vítimas e realizar o derretimento do material para inseri-lo no mercado formal.

Agentes da 3ª Delegacia de Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas (3ª DIG) do DEIC [2] coordenam as buscas desta nova etapa da Operação Ouro Reverso. A ação de inteligência conta com o apoio técnico de auditores fiscais da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo e de avaliadores da Caixa Econômica Federal.

“É fundamental chegar a quem compra, financia e transforma o produto do crime em dinheiro”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves. O chefe da pasta acompanhou a saída dos agentes na madrugada e destacou que sufocar a cadeia econômica é a principal forma de quebrar a estrutura dessas quadrilhas.

O inquérito mapeou os diferentes elos do crime organizado. “Avançamos sobre essa estrutura para reunir novas provas, responsabilizar os envolvidos e interromper o fluxo do ouro roubado”, complementou o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian.

Histórico de lideranças e prisões

A etapa inaugural da Operação Ouro Reverso ocorreu no ano anterior e capturou o principal negociador de objetos roubados do grupo, Rony Gonçalves. O criminoso operava dentro do esquema chefiado por Suedna Barbosa Carneiro, conhecida como Mainha do Crime, que prestava suporte direto aos executores dos assaltos.

[1] https://abcdoabc.com.br/policia-civil-fecha-fabrica-placas-falsas/
[2] https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiPy-W9jbmWAxXJA7kGHY82JwcQFnoECBwQAQ&url=https%3A%2F%2Fwww.policiacivil.sp.gov.br%2Fportal%2Ffaces%2Fpages_home%2Finstitucional%2FdepartamentosOrgaos%2FdepartamentosOrgaosDetalhes%3FcollectionId%3D980175918762000603%26titulo%3DDEIC&usg=AOvVaw3C6-NO7SnAe_iyeQMnVhQQ&opi=89978449

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