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Governo Lula anuncia reajuste de 15% para o Bolsa Família

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Governo Lula anuncia reajuste de 15% para o Bolsa Família

Governo Lula anuncia reajuste de 15% para o Bolsa Família
O governo federal [1] anunciou nesta quinta-feira (17) um reajuste de aproximadamente 15% nos pagamentos do Bolsa Família. A medida eleva o repasse mínimo de R$ 600 para R$ 691 e entra em vigor nas transferências de outubro.

O benefício médio pago às famílias em situação de vulnerabilidade saltará dos atuais R$ 675 para R$ 777. A atualização compensa a inflação acumulada desde o início do mandato atual até o mês de agosto.

Impacto financeiro do novo Bolsa Família

O Ministério do Planejamento estima que a ampliação do programa terá um custo de R$ 5,8 bilhões neste ano. A equipe econômica projeta que o impacto nas despesas saltará para R$ 22 bilhões em 2027.

“Temos segurança que o espaço fiscal é superior do que é preciso para custear essa medida”, declarou o ministro do Planejamento, Bruno Moretti. Ele garantiu que os números consolidados de disponibilidade orçamentária serão apresentados no relatório oficial do fim de setembro.

Regras de acesso e controle

Para integrar a folha de pagamento, a renda mensal por pessoa da casa precisa respeitar o limite de R$ 218. Os beneficiários devem manter os dados do Cadastro Único [2] atualizados e cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação.

O aprimoramento dos mecanismos de combate a fraudes ajudou a viabilizar o atual reajuste do Bolsa Família, segundo informações da pasta. O pente-fino nas contas liberou espaço no orçamento ao longo dos últimos meses.

Como funcionam os adicionais por perfil

A estrutura de repasses mantém os benefícios extras cumulativos baseados na composição do núcleo familiar. O formato prioriza o tamanho das famílias para garantir uma distribuição de recursos proporcional.

Atualmente, o repasse inclui os seguintes acréscimos:

R$ 150 por criança de até 6 anos;

R$ 50 por gestante;

R$ 50 por jovem entre 7 e 18 anos incompletos;

R$ 50 por bebê de até 6 meses.

A lei atual permite a correção dos valores em intervalos de até dois anos, sem obrigatoriedade. O governo defende que o novo desenho melhora a qualidade do gasto público ao consolidar o Bolsa Família como a principal política de transferência de renda do país.

[1] https://WP.abcdoabc.com.br/reprovacao-gov-lula-chega-43-ipsos-ipec/
[2] https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiNiKuV7_WWAxXZJ7kGHeEMMnYQFnoECB0QAQ&url=https%3A%2F%2Fwww.gov.br%2Fpt-br%2Fservicos%2Fconsultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico&usg=AOvVaw0wRpaPfj-diywE-h7u2fbe&opi=89978449

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