Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires
Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires
Uma antiga caixa d’água de concreto, que apresenta vazamentos e problemas de infiltração, tem preocupado alunos, professores e funcionários da Escola Estadual Valentino Redivo, no Jardim Valentina, em Ribeirão Pires. O Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires ganhou atenção devido aos impactos provocados pelos vazamentos na rotina da unidade.
Segundo relatos de funcionários, o abastecimento de água precisa ser interrompido durante boa parte do dia por causa dos vazamentos. A infiltração também estaria afetando o piso das áreas interna e externa da escola, onde há pontos com rachaduras e sinais de afundamento. O Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires também envolve o receio de que problemas no solo possam comprometer outras estruturas existentes na área.
Parte do estacionamento da escola foi interditada após uma vistoria da Defesa Civil. Funcionários afirmam que alguns postes localizados na área externa também apresentam inclinação, associada por eles à falta de sustentação do solo. O Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires tornou-se, assim, motivo de apreensão entre trabalhadores que convivem diariamente com os problemas.
Funcionários ouvidos pela reportagem solicitaram que suas identidades não fossem divulgadas por receio de possíveis represálias. Um deles relatou dificuldades relacionadas à higiene da unidade, principalmente porque a interrupção do fornecimento de água ocorre durante grande parte do dia. A situação descrita no Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires afeta principalmente a limpeza dos ambientes e dos banheiros.
De acordo com os relatos, o piso do pátio apresenta diversas rachaduras e permanece molhado. Há também pontos em que a água escorre pelas paredes, situação observada nos dois pavimentos do prédio. Em determinados períodos, a direção abriria parcialmente a entrada de água para permitir o abastecimento da caixa e garantir água nas torneiras, mas por períodos considerados insuficientes pelos funcionários. O Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires permanece relacionado também ao temor sobre as condições da estrutura.
Os trabalhadores afirmam ainda que a situação estaria prejudicando outros espaços da escola. Segundo um dos relatos, a biblioteca estaria sendo pouco utilizada devido ao cheiro de mofo, enquanto equipamentos de informática teriam sido danificados pela umidade. O Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires envolve, portanto, questões relacionadas tanto ao abastecimento quanto à conservação dos ambientes.
Em nota, a Secretaria Estadual de Educação informou que uma obra para solucionar problemas hidráulicos teve início em setembro. Segundo a pasta, os serviços abrangem a área da caixa d’água, o sistema hidráulico e os banheiros de alunos e funcionários, além da cozinha. O investimento informado é de R$ 210,9 mil, com prazo previsto de 120 dias para conclusão. O Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires também motivou a adoção dessas medidas de manutenção.
A Secretaria de Educação afirmou ainda que, após avaliação técnica dos órgãos competentes, não houve necessidade de interditar a unidade escolar. Segundo o governo estadual, os efeitos do vazamento estariam restritos ao estacionamento e não haveria risco à segurança de estudantes, professores e demais servidores. Essa avaliação contrasta com os relatos apresentados por funcionários sobre infiltrações e umidade em diferentes áreas do prédio. O Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires apresenta, portanto, versões diferentes sobre a extensão dos problemas.
A Prefeitura de Ribeirão Pires informou que a Defesa Civil realizou vistoria no local para avaliar uma pequena movimentação de terra na rampa de acesso à escola, associada ao volume de chuva acumulado. Segundo a administração municipal, não foi identificada, naquele momento, necessidade de interdição parcial ou total da unidade. A prefeitura informou ainda que foi constatado o rompimento de uma tubulação que abastece a caixa d’água e que serão necessárias medidas para melhorar a drenagem da área.
A administração municipal afirmou que a Defesa Civil prepara relatório técnico com orientações e providências para o local. Entre as medidas apontadas estão o reparo da tubulação rompida e a implantação de um sistema de drenagem na área da rampa. O Caixa d’água preocupa alunos e funcionários em uma escola de Ribeirão Pires deve permanecer em acompanhamento enquanto os serviços são executados.
Rotina nas escolas
Problemas relacionados à conservação e à infraestrutura de escolas estaduais também têm sido relatados em outras cidades do Grande ABC. Em São Bernardo do Campo, pais de alunos da Escola Estadual Dr. Fausto Cardoso Figueira de Mello, na Paulicéia, reclamaram recentemente de alagamentos provocados pelas chuvas. A Secretaria de Educação informou que foi publicada autorização para o prosseguimento do processo licitatório de uma obra de reparos estruturais.
Em Diadema, também foram registradas reclamações na Escola Estadual Professor Pedro Madóglio, no Jardim Inamar. Segundo os relatos, estudantes estariam tendo aulas em meio ao barulho e à poeira provocados por obras realizadas na unidade. A Secretaria Estadual de Educação informou que a escola passa por intervenções avaliadas em R$ 983 mil, com duração prevista de oito meses e conclusão estimada para fevereiro de 2027.
Outro tema que tem gerado reclamações na rede estadual é o atendimento a estudantes com deficiência ou necessidades específicas. Também há manifestações relacionadas ao fechamento de salas do período noturno. Segundo a Secretaria de Educação, estudantes que comprovam vínculo de emprego têm direito à vaga no período noturno. Entidades representativas dos professores, porém, relatam dificuldades enfrentadas por alunos que trabalham informalmente e não conseguem apresentar a documentação exigida.
Resumo
A Escola Estadual Valentino Redivo, em Ribeirão Pires, enfrenta problemas relacionados a vazamentos, infiltrações e abastecimento de água. Funcionários relatam preocupação com as condições do piso, umidade e conservação de alguns ambientes. A Secretaria Estadual de Educação informou que uma obra hidráulica de R$ 210,9 mil está em andamento e afirma que não há risco à segurança da comunidade escolar. A Prefeitura de Ribeirão Pires também informou que a Defesa Civil vistoriou o local e recomendou reparos na tubulação e melhorias na drenagem.
