MDDF faz mapeamento cultural para identificar artistas da periferia de Santo André

Iniciativa visa dar visibilidade a profissionais e amantes da arte, além de criar uma rede de troca de conhecimento

Santo André, 4 de junho de 2021 – O MDDF (Movimento de Defesa dos Direitos dos Moradores em Núcleos Habitacionais de Santo André) está realizando um mapeamento cultural periférico, com o objetivo de identificar profissionais e amantes da arte, que atuam ou moram em favelas de Santo André, para dar mais visibilidade à categoria e fomentar uma rede de troca de conhecimento.

O mapeamento é realizado de forma virtual. Artistas individuais, de coletivos ou movimentos culturais podem acessar o link https://bit.ly/3fSeQqx e preencher um formulário.

O levantamento de artistas faz parte do projeto ‘Da favela para as telas’, realizado pelo MDDF. “O projeto tem como um dos objetivos dar visibilidade aos artistas de Santo André para que eles tenham lugar de fala. Nós também divulgamos agendas de atividades culturais que acontecem no município para fazer com que mais pessoas possam consumir, interagir e admirar os diversos tipos de arte que existem”, explica a coordenadora da iniciativa, Fernanda Henrique.

Agenda e eventos culturais

Semanalmente, as redes sociais do MDDF (Facebook e Instagram) divulgam programações e dicas culturais.

No sábado do dia 5, às 19h, haverá um bate-papo com a temática ‘A escola livre de teatro e a periferia’ para trazer informações sobre a Escola Livre de Teatro (ELT) Santo André, os cursos oferecidos e a importância da arte para a sociedade, principalmente nas periferias.

As convidadas do evento são a atriz, professora e coordenadora de produção pedagógica na ELT, Lígia Helena; e a atriz, ex-aprendiz da ELT, vice-presidente do MDDF e moradora do núcleo Gonçalo Zarco (Vila Aquilino), Regiane Alves.

O MDDF também realiza a Live dos Artistas, evento que convida profissionais e amantes da arte para se apresentar e contar um pouco da trajetória no meio artístico. A live vai ao ar sempre no último sábado do mês.

O projeto ‘Da favela para as telas’ é financiado pelo ProAC (Programa de Ação Cultural), do Governo do Estado de São Paulo. A iniciativa também envolve a produção de minidocumentários e podcasts com artistas e pessoas que estão envolvidas no ramo cultural. O primeiro podcast será desenvolvido nos próximos dias e abordará sobre o minidocumentário ‘História de cozinha com cambuci’, que traz narrativas de participantes que integram o Grupo Gastronômico Caminhos do Cambuci, de Paranapiacaba.

Fotos: Divulgação/ MDDF

Conheça mais sobre o MDDF em www.mddf.org.br/.

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