Palmeiras não concorda com punição e enxerga “arbitrariedade” – 2026-04-15 19:17:22
Palmeiras não concorda com punição e enxerga “arbitrariedade” – 2026-04-15 19:17:22 – 2026-04-15 19:17:22

A punição de sete jogos imposta a Abel Ferreira pelo STJD não foi digerida pelo Palmeiras. O diretor de futebol Anderson Barros classificou a decisão do tribunal como “equivocada e arbitrária” e acusou a entidade de usar o treinador português como alvo para firmar uma nova jurisprudência disciplinar.
Em entrevista ao UOL, Barros foi contundente ao criticar o que considera um tratamento desproporcional e seletivo.
“Não concordamos. Achamos a decisão extremamente equivocada e arbitrária. Esperamos que, a partir de agora, o tribunal mantenha essa mesma régua para todos que cometerem qualquer tipo de infração, seja contra a arbitragem, contra a entidade ou contra quem quer que seja. Eles estão usando o caso do Abel para mudar o padrão, mas é importante frisar que a pena foi completamente desproporcional ao que de fato aconteceu em campo. Não havia justificativa para uma punição desse tamanho”, protestou o dirigente.
Tomar como exemplo
Apesar da insatisfação pública, a diretoria alviverde já definiu que não recorrerá novamente e que a pena será cumprida na íntegra. Internamente, o entendimento é de que Abel Ferreira foi “usado como bode expiatório” em meio à nova postura adotada pela CBF e pelo STJD de endurecer contra qualquer discurso que coloque em dúvida a credibilidade da arbitragem e do campeonato.
Os jogos que Abel ainda perde no Palmeiras
O treinador já cumpriu três partidas de suspensão. Faltam quatro para zerar a pena em competições nacionais:
- 19/04 – Palmeiras x Athletico (casa)
- 23/04 – Palmeiras x Jacuipense (casa)
- 26/04 – RB Bragantino x Palmeiras (fora)
- 02/05 – Palmeiras x Santos (casa)
- Abel volta a comandar o time à beira do campo no Brasileirão no dia 10 de maio, contra o Remo, fora de casa.
Base da punição
Abel foi enquadrado no artigo 258 do CBJD, que versa sobre conduta contrária à ética desportiva e prevê suspensão de uma a seis partidas para membros da comissão técnica, podendo ser estendida conforme a gravidade interpretada pelo tribunal — especialmente nos casos que envolvem reclamações contra a arbitragem.
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